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Loja Edison Evaristo

Obra Completa de Sigmund Freud
Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud - Coleção completa com 24 volumes

Obras Completas - Psicanálise - Box 4 Volumes
Obras Completas e Sandor Ferenczi.

As palavras de Freud (Nova edição): O vocabulário freudiano e suas versões
De que modo o autor de Totem e tabu criou uma terminologia científica própria para a psicanálise? Discutido esse ponto e outros a ele relacionados - a sintaxe, o uso de metáforas e citações -, segue-se a análise de termos essenciais para uma compreensão do pensamento freudiano.

Obra completa de C. G. Jung - Caixa 35 volumes
Caixa contendo todos os livros da Obra Completa de C.G. Jung divididos em 18 volumes, totalizando 35 livros do renomado psiquiatra suíço, com nova diagramação e projeto gráfico. Além disso, esta caixa também vem com o Índices Gerais: Onomástico e analítico, publicação de Jung inédita no Brasil.

Introdução clínica a Freud: Técnicas para a prática cotidiana
Nesta obra de referência –– seja para estudantes ou profissionais ––, o renomado psicanalista Bruce Fink oferece uma introdução clínica original a Freud, demonstrando a relevância contemporânea de seus conceitos teóricos para a prática cotidiana de clínicos das mais diversas orientações psicoterapêuticas.

Freud e o inconsciente
Em Freud e o inconsciente, o autor mostra inicialmente a articulação de certos fatores dos séculos XVIII e XIX que constituíram a precondição para o surgimento da psicanálise. Comenta em seguida os dois livros de Freud que se tornaram os pilares da teoria psicanalítica: A interpretação do sonho e Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Além disso, outros conceitos, desenvolvidos por Freud em obras posteriores, como pulsão e recalcamento, são também estudados em profundidade.

Freud: uma vida para o nosso tempo
Este livro é uma viagem pelo mundo de Sigmund Freud: a família, as relações, a cidade onde viveu, a formação, as dificuldades profissionais, inovações teóricas, os casos clínicos, a vida extraordinariamente produtiva e o contexto social e histórico em que ela foi vivida. Nenhum outro biógrafo conseguiu relacionar com tamanha perspicácia as concepções de Freud à sua vida. Historiador com formação psicanalítica, Peter Gay tem um interesse especial pelo período de efervescência intelectual e profunda instabilidade política que foi a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX. Ao examinar as paixões, sondar o intelecto e expor com clareza as teorias de Freud, Peter Gay construiu uma obra que é considerada por muitos como a biografia definitiva do criador da psicanálise, um homem que ousou repensar radicalmente a cultura ocidental.

Box Sherlock Holmes – Obra completa
Em 1887, o escritor escocês Ssir Arthur Conan Doyle criou Sherlock Holmes, o infalível detetive a quem os agentes da Scotland Yard recorriam para solucionar os mistérios mais intrigantes da Inglaterra vitoriana. Desde então, as aventuras do mestre da investigação atraem leitores ávidos por chegar à última página e ver o enigma desvendado.
Para desvendar mistérios, o faro e a astúcia de Sherlock Holmes levam às fontes menos óbvias, às informações mais precisas. Um modelo que influencia até hoje a literatura policial e revela fôlego para impressionar gerações de leitores através dos tempos.
Para desvendar mistérios, o faro e a astúcia de Sherlock Holmes levam às fontes menos óbvias, às informações mais precisas. Um modelo que influencia até hoje a literatura policial e revela fôlego para impressionar gerações de leitores através dos tempos.

24/7: Capitalismo tardio e os fins do sono
“24/7 anuncia um tempo sem tempo, um tempo sem demarcação material ou identificável, um tempo sem sequência nem recorrência”, afirma o autor. A disponibilidade para consumir, trabalhar, compartilhar, responder, 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da contemporaneidade. Jonathan Crary faz um panorama vertiginoso de um mundo cuja lógica não se prende mais a limites de tempo e espaço. Uma sociedade que funciona sob uma ordem que põe à prova até mesmo a necessidade de repouso do ser humano – a última fronteira ainda não ultrapassada pela ação do mercado. No entanto, o capitalismo já se movimenta no sentido de se apoderar dessa esfera da vida: é o caso, por exemplo, das pesquisas científicas que buscam a fórmula para criar o “homem sem sono”. Embora o sono não possa ser completamente eliminado, pode ser profundamente atingido. Estudos sobre formas mais eficazes de tortura e sobre a criação de um estado de vigilância mais duradouro que eram inicialmente restritos ao campo das técnicas militares, hoje visam atingir também trabalhadores e consumidores. Passando por referências como Freud, Godard, Aristóteles, Arendt e inúmeras outras, o livro também ressalta a importância do universo onírico, ameaçado pelas visões atuais que “tratam o sonho como um mero ajuste autorregulatório da sobrecarga sensorial da vigília”. 24/7 – Capitalismo tardio e os fins do sono é uma interessante e perturbadora análise da realidade contemporânea.

Cinco lições sobre a teoria de Jacques Lacan
Essa rigorosa introdução à obra de Jacques Lacan aborda os grandes temas lacanianos: inconsciente, gozo, objeto a, fantasia e corpo, seguindo a mesma concepção do já consagrado livro Lições sobre os 7 conceitos cruciais da psicanálise, do mesmo autor.

O capital: livros 1–3
O capital é uma das mais influentes obras do pensamento ocidental. Principal obra de Karl Marx, ela analisa a dinâmica do sistema capitalista, sua estrutura, e suas consequências sociais e econômicas. Com essa obra, publicada em 1867, o autor revolucionou o modo de conceber a economia, a filosofia e a política, e ofereceu uma nova perspectiva para analisar a sociedade, que continua uma referência para compreender a desigualdade até os dias de hoje. A edição da Ubu de O capital resgata a consagrada tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão do economista Paul Singer publicada nos anos 1980, que estabeleceu boa parte da terminologia da crítica marxista brasileira de uso corrente até hoje. Agora, com a tradução inteiramente revisada em colaboração com o tradutor Flávio R. Kothe, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão e ganha novos conteúdos. Como material inédito, esta edição traz uma introdução geral de Fernando Rugitsky, professor da University of the West of England, que destaca pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade da obra. Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro I da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações realizadas pelo próprio Marx na edição francesa e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe].

O pobre de direita: A vingança dos bastardos
Jessé Souza não é um sociólogo que se esconde atrás de palavras difíceis. Seu trabalho, que ganha cada vez mais destaque na opinião pública, não apenas dá as linhas de uma teoria social inovadora como também investe em explicações para questões urgentes que são espelho da situação sociopolítica do Brasil.
É isso o que vemos neste O pobre de direita, um livro que põe no alvo um dos debates atuais mais acalorados. Afinal, o aumento do apoio popular à extrema direita é um fenômeno recente que, a partir de 2018, mudou completamente o panorama das corridas eleitorais no Brasil. No entanto, como explicar essa adesão repentina? Por que boa parcela das classes empobrecidas aderiu às pautas da extrema direita justamente no momento histórico em que houve uma melhora significativa das condições de vida? O que justifica o apoio dos mais pobres a políticos que retiram direitos e benefícios?
É isso o que vemos neste O pobre de direita, um livro que põe no alvo um dos debates atuais mais acalorados. Afinal, o aumento do apoio popular à extrema direita é um fenômeno recente que, a partir de 2018, mudou completamente o panorama das corridas eleitorais no Brasil. No entanto, como explicar essa adesão repentina? Por que boa parcela das classes empobrecidas aderiu às pautas da extrema direita justamente no momento histórico em que houve uma melhora significativa das condições de vida? O que justifica o apoio dos mais pobres a políticos que retiram direitos e benefícios?

A elite do atraso: Da escravidão à ascensão da extrema direita
É raro que um livro de teoria social alcance a repercussão de A elite do atraso , de Jessé Souza. No campo intelectual, este livro é responsável por fincar, no terreno imperturbado de nosso pensamento social, uma crítica contundente às ideias de cordialidade e patrimonialismo como nunca antes fora feita. São essas ideias que fundamentam a visão elitista de que o brasileiro pobre é inconfiável, eleitor de corruptos e moralmente questionável, ao passo que os ricos e estrangeiros são valorosos, empreendedores e naturalmente prósperos. Enquanto o povo é merecedor de sua desgraça, a elite se vê no direito de sonegar impostos, manter privilégios e privatizar nossos recursos essenciais.
Também foram essas ideias que alicerçaram o discurso seletivo sobre corrupção da Lava Jato. Sustentada por uma mídia venal, a operação camuflou um projeto de tomada de poder em troca de migalhas moralizantes. Na prática, a devassa judicial trouxe instabilidade política e econômica, e, por fim, colocou na vitrine política extremistas de direita sedentos por um remake da ditadura militar.
No campo da cultura popular, A elite do atraso se estabelece como um dos livros de ciências sociais mais lidos de nossa história. Vemos como seu título foi transformado em jargão habitual em debates, charges e memes, além de ter sido inspiração para o inesquecível desfile da Paraíso do Tuiuti no carnaval do Rio de Janeiro de 2018, quando manifestantes-fantoches e o icônico presidente vampiro representaram fielmente nosso teatro político.
A Editora Civilização Brasileira se orgulha em publicar a nova edição de A elite do atraso , com prefácio e posfácio inéditos de Jessé Souza que explicam como essa classe de poderosos sustentou a ascensão da extrema direita. Ao manipular o ressentimento de pessoas que incompreendem sua própria origem e os motivos de sua exploração e pobreza, a extrema direita renova o racismo dos tempos da escravização, adulterando a religião cristã para impor falsidades sobre meritocracia, prosperidade e decência. É contra esse esquema bem difundido que A elite do atraso reafirma sua missão de desnudar os saqueadores dos bens públicos e de romper de uma vez por todas as amarras que distanciam o povo brasileiro de sua verdadeira libertação.
Também foram essas ideias que alicerçaram o discurso seletivo sobre corrupção da Lava Jato. Sustentada por uma mídia venal, a operação camuflou um projeto de tomada de poder em troca de migalhas moralizantes. Na prática, a devassa judicial trouxe instabilidade política e econômica, e, por fim, colocou na vitrine política extremistas de direita sedentos por um remake da ditadura militar.
No campo da cultura popular, A elite do atraso se estabelece como um dos livros de ciências sociais mais lidos de nossa história. Vemos como seu título foi transformado em jargão habitual em debates, charges e memes, além de ter sido inspiração para o inesquecível desfile da Paraíso do Tuiuti no carnaval do Rio de Janeiro de 2018, quando manifestantes-fantoches e o icônico presidente vampiro representaram fielmente nosso teatro político.
A Editora Civilização Brasileira se orgulha em publicar a nova edição de A elite do atraso , com prefácio e posfácio inéditos de Jessé Souza que explicam como essa classe de poderosos sustentou a ascensão da extrema direita. Ao manipular o ressentimento de pessoas que incompreendem sua própria origem e os motivos de sua exploração e pobreza, a extrema direita renova o racismo dos tempos da escravização, adulterando a religião cristã para impor falsidades sobre meritocracia, prosperidade e decência. É contra esse esquema bem difundido que A elite do atraso reafirma sua missão de desnudar os saqueadores dos bens públicos e de romper de uma vez por todas as amarras que distanciam o povo brasileiro de sua verdadeira libertação.

Por que a esquerda morreu?: E o que devemos fazer para ressuscitá-la
Exercícios críticos de conjuntura são fundamentais para que se tenha uma visão ampla do momento político pelo qual passamos. De tempos em tempos, surge uma interpretação do agora, tão fiel à realidade, que seus argumentos se mostram insuperáveis.
Este livro é exatamente assim. Não expõe apenas uma crítica bem-feita; é exemplo do momento de maturidade intelectual de um dos mais inovadores intérpretes do Brasil, desde Florestan Fernandes. Jessé Souza é um pensador do mundo simbólico, amante das paixões. Seu trabalho não refuga da dificuldade de exibir raios-x de nossa atualidade política.
Assim foram pelo menos três de seus grandes best-sellers: o primeiro, que criticou severamente o golpe de Estado de 2016 e foi premiado com o Jabuti; o segundo, que cunhou o termo “elite do atraso” e inspirou o desfile histórico da Paraíso do Tuiuti no carnaval do Rio; e o terceiro, que estudou o comportamento político dos pobres de direita e ficou semanas na lista de mais vendidos.
Desta vez, seu título encarna uma das perguntas mais polêmicas que um sociólogo pode apresentar ao público: Por que a esquerda morreu?
Engana-se quem pensa que o texto reflete um prejuízo à esquerda ou dá palco para a autocrítica tão pedida pelos centristas. Aqui vemos como as transformações do capitalismo estão demandando uma reorganização das forças populares, que acontecem de modo mais vagaroso do que a urgência deste tempo histórico impõe.
Parte de nossa economia assumiu um caráter ultraliberal e popular que impede que o Estado regularize sua exploração econômica. Esse arrombo no pacto social tem efeitos culturais que influenciam o comportamento conservador da população. A esquerda morreu porque o capitalismo mudou. E as insurgências progressistas do século XXI só prosperarão se construirmos uma consciência política capaz de defender os interesses populares das novas formas de exploração. Neste livro, Jessé Souza nos explica como chegar lá.
Este livro é exatamente assim. Não expõe apenas uma crítica bem-feita; é exemplo do momento de maturidade intelectual de um dos mais inovadores intérpretes do Brasil, desde Florestan Fernandes. Jessé Souza é um pensador do mundo simbólico, amante das paixões. Seu trabalho não refuga da dificuldade de exibir raios-x de nossa atualidade política.
Assim foram pelo menos três de seus grandes best-sellers: o primeiro, que criticou severamente o golpe de Estado de 2016 e foi premiado com o Jabuti; o segundo, que cunhou o termo “elite do atraso” e inspirou o desfile histórico da Paraíso do Tuiuti no carnaval do Rio; e o terceiro, que estudou o comportamento político dos pobres de direita e ficou semanas na lista de mais vendidos.
Desta vez, seu título encarna uma das perguntas mais polêmicas que um sociólogo pode apresentar ao público: Por que a esquerda morreu?
Engana-se quem pensa que o texto reflete um prejuízo à esquerda ou dá palco para a autocrítica tão pedida pelos centristas. Aqui vemos como as transformações do capitalismo estão demandando uma reorganização das forças populares, que acontecem de modo mais vagaroso do que a urgência deste tempo histórico impõe.
Parte de nossa economia assumiu um caráter ultraliberal e popular que impede que o Estado regularize sua exploração econômica. Esse arrombo no pacto social tem efeitos culturais que influenciam o comportamento conservador da população. A esquerda morreu porque o capitalismo mudou. E as insurgências progressistas do século XXI só prosperarão se construirmos uma consciência política capaz de defender os interesses populares das novas formas de exploração. Neste livro, Jessé Souza nos explica como chegar lá.

Kit Repensando o Brasil
O Kit Repensando o Brasil, de Jessé Souza – um dos sociólogos mais importantes da atualidade –, reúne três títulos que oferecem uma contribuição imperiosa para entender o Brasil contemporâneo e seus desafios sociais mais emergentes: Brasil dos humilhados, A herança do golpe e A ralé brasileira.
Em um texto elucidativo e de fácil leitura, Brasil dos humilhados descortina as bases elitistas do pensamento social brasileiro dominante que culpa o povo, supostamente inferior e corrupto, pelo seu próprio abandono. Além disso, expõe como as elites econômicas e políticas se apropriam dessa “inteligência” para aumentar seus domínios sobre a população e dinamizar seus ganhos.
A herança do golpe cumpre a difícil tarefa de explicar como a “cultura de golpes de Estado”, promovida historicamente pela elite contra as políticas públicas de inclusão dos mais pobres – como aconteceu com Getúlio Vargas e João Goulart –, estava em franca atuação em 2016, durante o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, sem que a população se desse conta disso.
A ralé brasileira já pode ser considerado um clássico do nosso pensamento social. Publicado pela primeira vez em 2009, a obra ganha nova versão, com prefácio e introdução inéditos. Seu sucesso advém da aplicação de uma nova metodologia que alia a ciência de dados à crítica da sociologia brasileira. O resultado é impressionante justamente porque aproxima as técnicas científicas da vida das pessoas comuns, valendo-se de depoimentos, recolhidos em uma cuidadosa pesquisa de campo, como principal guia de revisão da teoria e da estatística.
“O sociólogo Jessé Souza questiona as bases do pensamento nacional.” - El País
“Para o entendimento das práticas artísticas e literárias em um país de tão marcante desigualdade (...), as várias originais contribuições de Jessé Souza são capazes de produzir ecos estridentes.” - Gabriel Estides Delgado
Em um texto elucidativo e de fácil leitura, Brasil dos humilhados descortina as bases elitistas do pensamento social brasileiro dominante que culpa o povo, supostamente inferior e corrupto, pelo seu próprio abandono. Além disso, expõe como as elites econômicas e políticas se apropriam dessa “inteligência” para aumentar seus domínios sobre a população e dinamizar seus ganhos.
A herança do golpe cumpre a difícil tarefa de explicar como a “cultura de golpes de Estado”, promovida historicamente pela elite contra as políticas públicas de inclusão dos mais pobres – como aconteceu com Getúlio Vargas e João Goulart –, estava em franca atuação em 2016, durante o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, sem que a população se desse conta disso.
A ralé brasileira já pode ser considerado um clássico do nosso pensamento social. Publicado pela primeira vez em 2009, a obra ganha nova versão, com prefácio e introdução inéditos. Seu sucesso advém da aplicação de uma nova metodologia que alia a ciência de dados à crítica da sociologia brasileira. O resultado é impressionante justamente porque aproxima as técnicas científicas da vida das pessoas comuns, valendo-se de depoimentos, recolhidos em uma cuidadosa pesquisa de campo, como principal guia de revisão da teoria e da estatística.
“O sociólogo Jessé Souza questiona as bases do pensamento nacional.” - El País
“Para o entendimento das práticas artísticas e literárias em um país de tão marcante desigualdade (...), as várias originais contribuições de Jessé Souza são capazes de produzir ecos estridentes.” - Gabriel Estides Delgado

A guerra contra o Brasil: Como os EUA se uniram a uma organização criminosa para destruir o sonho brasileiro
Como os EUA se uniram a uma organização criminosa para destruir o sonho brasileiro.
A guerra contra o Brasil de que trata este livro não é do tipo convencional: não incendeia cidades nem utiliza bombas e mísseis.
Para o consagrado sociólogo Jessé Souza, autor de A elite do atraso , as armas dessa guerra são o racismo, a subserviência da nossa elite econômica, a mentira, o fundamentalismo religioso e o fascismo latente da nossa tradição autoritária.
Urdida e testada na sociedade americana, a guerra híbrida de que somos vítimas é uma estratégia baseada na manipulação de informações e na desestabilização de governos populares.
Jessé defende que, no Brasil, ela encontrou uma organização criminosa disposta a colocar em prática sua máquina de morte, abrindo caminho para o assalto às nossas riquezas, o sucateamento da nossa indústria e o ataque aos direitos mais básicos da população.
Esta não é nenhuma nova teoria conspiratória para explicar a nossa tragédia, e sim uma análise aguçada e abrangente que revela os detalhes sombrios de um projeto muito bem-articulado de destruição da arte, da cultura e da autoestima do povo brasileiro – em nome de Deus, da pátria e do falso moralismo travestido de combate à corrupção.
PASCOAL SOTO
A guerra contra o Brasil de que trata este livro não é do tipo convencional: não incendeia cidades nem utiliza bombas e mísseis.
Para o consagrado sociólogo Jessé Souza, autor de A elite do atraso , as armas dessa guerra são o racismo, a subserviência da nossa elite econômica, a mentira, o fundamentalismo religioso e o fascismo latente da nossa tradição autoritária.
Urdida e testada na sociedade americana, a guerra híbrida de que somos vítimas é uma estratégia baseada na manipulação de informações e na desestabilização de governos populares.
Jessé defende que, no Brasil, ela encontrou uma organização criminosa disposta a colocar em prática sua máquina de morte, abrindo caminho para o assalto às nossas riquezas, o sucateamento da nossa indústria e o ataque aos direitos mais básicos da população.
Esta não é nenhuma nova teoria conspiratória para explicar a nossa tragédia, e sim uma análise aguçada e abrangente que revela os detalhes sombrios de um projeto muito bem-articulado de destruição da arte, da cultura e da autoestima do povo brasileiro – em nome de Deus, da pátria e do falso moralismo travestido de combate à corrupção.
PASCOAL SOTO

A ralé brasileira
Nova edição do primeiro best-seller de Jessé Souza, A ralé brasileira joga luz sobre as histórias de vida e os desejos de uma classe social invisibilizada que enfrenta dificuldades e preconceitos para sobreviver no Brasil.
A ralé brasileira , de Jessé Souza – um dos sociólogos mais importantes da atualidade –, já pode ser considerado um clássico do nosso pensamento social. Publicado pela primeira vez em 2009, a obra ganha nova versão, lançada pela Editora Civilização Brasileira, com prefácio e introdução inéditos. De longe, este é o livro de Jessé Souza que causa mais impacto na academia. Seu sucesso advém da aplicação de uma nova metodologia que alia a ciência de dados à crítica da sociologia brasileira. O resultado é impressionante justamente porque aproxima as técnicas científicas da vida das pessoas comuns, valendo-se de depoimentos, recolhidos em uma cuidadosa pesquisa de campo, como principal guia de revisão da teoria e da estatística.
Os diferentes colaboradores aqui presentes conferem ao estudo pontos de vista multifacetados sobre os reais problemas da população mais vulnerável. Assim, Jessé Souza dá visibilidade à “ralé brasileira” de uma maneira singular, descentralizando o poder de análise e construindo novos caminhos para se entender questões complexas do cotidiano de homens e mulheres que vivem na “subcidadania”. Jamais percebida pelas elites como “classe”, essa “ralé” é tida apenas como um conjunto de indivíduos carentes ou perigosos – justamente o tratamento maniqueísta e julgador que Jessé Souza ambiciona desarticular.
Imprescindíveis para a compreensão das mudanças que aconteceram no período de 2000 a 2010, cujo impacto percebemos até hoje, os argumentos apresentados em A ralé brasileira evidenciam como uma ciência social dominante e conservadora foi construída no Brasil, e expõe de que forma essa “inteligência” favoreceu um debate público servil à elite, que mais esconde do que revela as necessidades da população. É leitura obrigatória a todos os brasileiros e brasileiras que desejam compreender verdadeiramente nossos desafios para o desenvolvimento social, político, econômico – e por que não dizer – afetivo e emocional.
A ralé brasileira , de Jessé Souza – um dos sociólogos mais importantes da atualidade –, já pode ser considerado um clássico do nosso pensamento social. Publicado pela primeira vez em 2009, a obra ganha nova versão, lançada pela Editora Civilização Brasileira, com prefácio e introdução inéditos. De longe, este é o livro de Jessé Souza que causa mais impacto na academia. Seu sucesso advém da aplicação de uma nova metodologia que alia a ciência de dados à crítica da sociologia brasileira. O resultado é impressionante justamente porque aproxima as técnicas científicas da vida das pessoas comuns, valendo-se de depoimentos, recolhidos em uma cuidadosa pesquisa de campo, como principal guia de revisão da teoria e da estatística.
Os diferentes colaboradores aqui presentes conferem ao estudo pontos de vista multifacetados sobre os reais problemas da população mais vulnerável. Assim, Jessé Souza dá visibilidade à “ralé brasileira” de uma maneira singular, descentralizando o poder de análise e construindo novos caminhos para se entender questões complexas do cotidiano de homens e mulheres que vivem na “subcidadania”. Jamais percebida pelas elites como “classe”, essa “ralé” é tida apenas como um conjunto de indivíduos carentes ou perigosos – justamente o tratamento maniqueísta e julgador que Jessé Souza ambiciona desarticular.
Imprescindíveis para a compreensão das mudanças que aconteceram no período de 2000 a 2010, cujo impacto percebemos até hoje, os argumentos apresentados em A ralé brasileira evidenciam como uma ciência social dominante e conservadora foi construída no Brasil, e expõe de que forma essa “inteligência” favoreceu um debate público servil à elite, que mais esconde do que revela as necessidades da população. É leitura obrigatória a todos os brasileiros e brasileiras que desejam compreender verdadeiramente nossos desafios para o desenvolvimento social, político, econômico – e por que não dizer – afetivo e emocional.

A construção social da subcidadania: Uma leitura alternativa do Brasil moderno
Em até 12x de R$ 4,19 com juros Ver opções de pagamento
Em A construção social da subcidadania, a teoria social que tornou Jessé Souza um dos intépretes mais importantes do Brasil contemporâneo é apresentada com fôlego e profundidade.
Ao longo dos anos, Jessé Souza foi capaz de articular uma crítica pioneira que se dedica a interpretar o fenômeno da subcidadania no Brasil. Neste estudo, ele concentra os principais argumentos da teoria social que o tornou um dos intelectuais mais notáveis do país.
Passadas mais de três décadas da promulgação da Constituição Cidadã, o país enfrenta problemas seculares de superação da extrema pobreza. A situação é calamitosa e gerou um arcabouço cultural que diferencia e classifica as pessoas segundo sua origem de classe, reforçando práticas discrminatórias e segragadoras, como o racismo, a insegurança alimentar e o trabalho informal.
Para entendermos como o Brasil deu origem a uma maioria populacional que vive praticamente sem direitos civis – e como nossa sociedade aceita essa situação como se estivesse encoberta por uma aparência de normalidade -, A construção social da subcidadania revisa o pensamento de grandes críticos sociais, como Charles Taylor e Pierre Bourdieu, para aplicar suas ideias em contraponto à realidade brasileira. Esses teóricos ensinam sobre as operações culturais que são acionadas para a desvalorização de pessoas até o ponto de se tornarem socialmente inutilizáveis e descartáveis, motivando a precarização do trabalho e a marginalização dos modos de vida.
Fruto de estudos críticos que estão sendo desenvolvidos há mais de vinte anos por Jessé Souza, este livro reforça a tentativa do autor de “desnaturalizar” a ideia de que a sociedade brasileira sempre será desigual, e que a injustiça social e os preconceitos estão enraizados de tal forma que qualquer tentativa de mudança estará fadada ao fracasso.
Em A construção social da subcidadania, a teoria social que tornou Jessé Souza um dos intépretes mais importantes do Brasil contemporâneo é apresentada com fôlego e profundidade.
Ao longo dos anos, Jessé Souza foi capaz de articular uma crítica pioneira que se dedica a interpretar o fenômeno da subcidadania no Brasil. Neste estudo, ele concentra os principais argumentos da teoria social que o tornou um dos intelectuais mais notáveis do país.
Passadas mais de três décadas da promulgação da Constituição Cidadã, o país enfrenta problemas seculares de superação da extrema pobreza. A situação é calamitosa e gerou um arcabouço cultural que diferencia e classifica as pessoas segundo sua origem de classe, reforçando práticas discrminatórias e segragadoras, como o racismo, a insegurança alimentar e o trabalho informal.
Para entendermos como o Brasil deu origem a uma maioria populacional que vive praticamente sem direitos civis – e como nossa sociedade aceita essa situação como se estivesse encoberta por uma aparência de normalidade -, A construção social da subcidadania revisa o pensamento de grandes críticos sociais, como Charles Taylor e Pierre Bourdieu, para aplicar suas ideias em contraponto à realidade brasileira. Esses teóricos ensinam sobre as operações culturais que são acionadas para a desvalorização de pessoas até o ponto de se tornarem socialmente inutilizáveis e descartáveis, motivando a precarização do trabalho e a marginalização dos modos de vida.
Fruto de estudos críticos que estão sendo desenvolvidos há mais de vinte anos por Jessé Souza, este livro reforça a tentativa do autor de “desnaturalizar” a ideia de que a sociedade brasileira sempre será desigual, e que a injustiça social e os preconceitos estão enraizados de tal forma que qualquer tentativa de mudança estará fadada ao fracasso.

Como o racismo criou o Brasil
Neste livro, o sociólogo Jessé Souza mostra a versão mais madura de sua inovadora interpretação sobre a sociedade brasileira, baseada em mais de 40 anos de estudos teóricos e empíricos.
Jessé é autor de mais de 30 livros e de uma centena de artigos e ensaios em vários idiomas. Entre seus maiores sucessos se destacam A elite do atraso, A classe média no espelho e A guerra contra o Brasil.
O tema do racismo é reconstruído desde o início da civilização ocidental até nossos dias, de modo a permitir uma compreensão fundamental: a de que todo processo de desumanização e animalização do outro assume as formas intercambiáveis de racismo cultural, de gênero, de classe e de raça.
Perceber as diferentes facetas do racismo possibilita não se deixar fazer de tolo, por exemplo, quando o racismo racial assume outras máscaras para fingir que se tornou guerra contra o crime, como se a vítima não fosse sempre negra, ou luta contra a corrupção, usada contra qualquer governo popular no Brasil que lute pela inclusão de negros e pobres.
Apenas uma abordagem multidimensional permite efetivamente perceber como o racismo racial sempre esteve no comando da iniquidade da sociedade brasileira, da escravidão até hoje. Ao desvendar todas as máscaras de que o afeto racista se recobre para continuar vivo fingindo que morreu, podemos enfim perceber o racismo racial como a verdadeira causa de todo o atraso social, econômico e político do Brasil.
Este livro veio para levar a outro patamar de sofisticação teórica a discussão sobre o racismo no Brasil e para jogar luz sobre todo o ódio e todo o ressentimento social com que nos deparamos hoje em dia. O debate está posto!
Jessé é autor de mais de 30 livros e de uma centena de artigos e ensaios em vários idiomas. Entre seus maiores sucessos se destacam A elite do atraso, A classe média no espelho e A guerra contra o Brasil.
O tema do racismo é reconstruído desde o início da civilização ocidental até nossos dias, de modo a permitir uma compreensão fundamental: a de que todo processo de desumanização e animalização do outro assume as formas intercambiáveis de racismo cultural, de gênero, de classe e de raça.
Perceber as diferentes facetas do racismo possibilita não se deixar fazer de tolo, por exemplo, quando o racismo racial assume outras máscaras para fingir que se tornou guerra contra o crime, como se a vítima não fosse sempre negra, ou luta contra a corrupção, usada contra qualquer governo popular no Brasil que lute pela inclusão de negros e pobres.
Apenas uma abordagem multidimensional permite efetivamente perceber como o racismo racial sempre esteve no comando da iniquidade da sociedade brasileira, da escravidão até hoje. Ao desvendar todas as máscaras de que o afeto racista se recobre para continuar vivo fingindo que morreu, podemos enfim perceber o racismo racial como a verdadeira causa de todo o atraso social, econômico e político do Brasil.
Este livro veio para levar a outro patamar de sofisticação teórica a discussão sobre o racismo no Brasil e para jogar luz sobre todo o ódio e todo o ressentimento social com que nos deparamos hoje em dia. O debate está posto!

A herança do golpe
Conheça as redes de interesses e o que fez do golpe de 2016 uma das manobras políticas mais torpes da história do Brasil, evidenciando os mecanismos que permitiram às elites manipular a população em benefício próprio.
Pouquíssimos intelectuais e comentaristas políticos tinham tanta certeza quanto Jessé Souza de que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff se tratava da fachada perfeita para um típico golpe de Estado à moda brasileira. Naquele momento alarmante da política nacional, Jessé Souza cumpriu uma difícil tarefa: explicar como a “cultura de golpes de Estado”, promovida historicamente pela elite contra as políticas públicas de inclusão dos mais pobres – como aconteceu com Getúlio Vargas e João Goulart –, estava em franca atuação sem que a população se desse conta disso.
O golpe de 2016 recolocou em cena o falso moralismo da classe média indignada, que se valeu do argumento do “combate à corrupção” para, na prática, manter seus privilégios diante dos mais pobres e a exclusividade da primeira fila de sustentação da elite. Essa indignação se descolou dos grandes protestos de 2013 para ganhar a representação, manipulada e inflada pela mídia, da “vontade popular” que tomou as ruas nos atos pró-impeachment, anos depois. A associação imediata desse descontentamento ao aparato jurídico-policial do Estado – que tinha a força-tarefa da Operação Lava Jato como testa de ferro e Sergio Moro como uma espécie de super-herói anticorrupção – devastou nossa jovem democracia e gerou um fenômeno reacionário e popular nunca antes visto na história da vida pública brasileira.
A herança do golpe , portanto, não é o governo Michel Temer, como primeiramente se poderia crer. A herança do golpe é o bolsonarismo, um conjunto de manipulações cognitivas e emocionais que explora a fragilidade das pessoas que não conhecem as razões de sua pobreza e humilhação. É justamente essa estratégia de dominação – fruto de uma ideologia racista, excludente e autoritária – que Jessé Souza objetiva desarmar neste livro. Uma contribuição imperiosa para entender o Brasil contemporâneo e seus desafios sociais mais emergentes.
Pouquíssimos intelectuais e comentaristas políticos tinham tanta certeza quanto Jessé Souza de que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff se tratava da fachada perfeita para um típico golpe de Estado à moda brasileira. Naquele momento alarmante da política nacional, Jessé Souza cumpriu uma difícil tarefa: explicar como a “cultura de golpes de Estado”, promovida historicamente pela elite contra as políticas públicas de inclusão dos mais pobres – como aconteceu com Getúlio Vargas e João Goulart –, estava em franca atuação sem que a população se desse conta disso.
O golpe de 2016 recolocou em cena o falso moralismo da classe média indignada, que se valeu do argumento do “combate à corrupção” para, na prática, manter seus privilégios diante dos mais pobres e a exclusividade da primeira fila de sustentação da elite. Essa indignação se descolou dos grandes protestos de 2013 para ganhar a representação, manipulada e inflada pela mídia, da “vontade popular” que tomou as ruas nos atos pró-impeachment, anos depois. A associação imediata desse descontentamento ao aparato jurídico-policial do Estado – que tinha a força-tarefa da Operação Lava Jato como testa de ferro e Sergio Moro como uma espécie de super-herói anticorrupção – devastou nossa jovem democracia e gerou um fenômeno reacionário e popular nunca antes visto na história da vida pública brasileira.
A herança do golpe , portanto, não é o governo Michel Temer, como primeiramente se poderia crer. A herança do golpe é o bolsonarismo, um conjunto de manipulações cognitivas e emocionais que explora a fragilidade das pessoas que não conhecem as razões de sua pobreza e humilhação. É justamente essa estratégia de dominação – fruto de uma ideologia racista, excludente e autoritária – que Jessé Souza objetiva desarmar neste livro. Uma contribuição imperiosa para entender o Brasil contemporâneo e seus desafios sociais mais emergentes.

Brasil dos humilhados: Uma denúncia da ideologia elitista
Neste livro, Jessé Souza demonstra com clareza nosso real lugar no mundo e apresenta a importância de compreender como nossa elite intelectual, submissa à elite do dinheiro, construiu uma imagem distorcida do Brasil disfarçando todo tipo de privilégio injusto.
Em um texto elucidativo e de fácil leitura, Brasil dos humilhados descortina as bases elitistas do pensamento social brasileiro dominante que culpa o povo, supostamente inferior e corrupto, pelo seu próprio abandono. Além disso, expõe como as elites econômicas e políticas se apropriam dessa "inteligência" para aumentar seus domínios sobre a população e dinamizar seus ganhos.
Sabemos que é difícil explicar o Brasil, país de extensas riquezas e de sociedade abissalmente desigual. Quando recorremos às respostas oferecidas pela ciência social brasileira desde 1930, lidamos com visões hegemônicas sobre nós mesmos que são usadas pela elite e sua imprensa para nos descrever como mais desonestos, mais feios e mais burros que os habitantes do Norte global, como se estivéssemos amaldiçoados a reproduzir tipos sociais inconfiáveis.
Essa visão provinciana e depreciativa do povo brasileiro foi determinada pelas ideias dos intérpretes mais importantes do país, como Sérgio Buarque de Holanda, e trazida até a atualidade por outros pensadores fundamentais, como Raymundo Faoro e Roberto DaMatta, influenciando a maior parte da inteligência nacional até hoje. Com a legitimação científica, a "tolice da inteligência brasileira" – expressão irônica de Jessé Souza para se referir a essas leituras enviesadas do nossopensamento social – se alastrou por toda a sociedade: das elites industriais, financistas e da mídia aos partidos políticos, da direita à esquerda. Isso fez com que estigmas sobre a suposta corrupção do povo, a miséria criada por culpa própria e a preguiça se somassem, criando uma autoimagem do Brasil como nação sem futuro e da percepção dos brasileiros como seres desprovidos de virtudes.
"O sociólogo Jessé Souza questiona as bases do pensamento nacional." -El País
"A tese central deste livro de Jessé Souza é que tamanha 'violência simbólica' só é possível pelo sequestro da 'inteligência brasileira' para o serviço não da imensa maioria da população, mas sim do 1% mais rico. Isso que possibilita a justificação, por exemplo, de que os problemas brasileiros não vêm da extraordinária concentração de riqueza, mas sim da 'corrupção do Estado', levando a uma falsa oposição entre Estado demonizado e mercado virtuoso." - Fernando Nogueira da Costa
"O cerne da contribuição de Jessé Souza reside na tentativa de mostrar que as sociedades modernas 'centrais' e 'periféricas' não são tão distintas como parecem." - Alexandre de Freitas Barbosa
"Para o entendimento das práticas artísticas e literárias em um país de tão marcante desigualdade (...), as várias originais contribuições de Jessé Souza são capazes de produzir ecos estridentes."- Gabriel Estides Delgado
Em um texto elucidativo e de fácil leitura, Brasil dos humilhados descortina as bases elitistas do pensamento social brasileiro dominante que culpa o povo, supostamente inferior e corrupto, pelo seu próprio abandono. Além disso, expõe como as elites econômicas e políticas se apropriam dessa "inteligência" para aumentar seus domínios sobre a população e dinamizar seus ganhos.
Sabemos que é difícil explicar o Brasil, país de extensas riquezas e de sociedade abissalmente desigual. Quando recorremos às respostas oferecidas pela ciência social brasileira desde 1930, lidamos com visões hegemônicas sobre nós mesmos que são usadas pela elite e sua imprensa para nos descrever como mais desonestos, mais feios e mais burros que os habitantes do Norte global, como se estivéssemos amaldiçoados a reproduzir tipos sociais inconfiáveis.
Essa visão provinciana e depreciativa do povo brasileiro foi determinada pelas ideias dos intérpretes mais importantes do país, como Sérgio Buarque de Holanda, e trazida até a atualidade por outros pensadores fundamentais, como Raymundo Faoro e Roberto DaMatta, influenciando a maior parte da inteligência nacional até hoje. Com a legitimação científica, a "tolice da inteligência brasileira" – expressão irônica de Jessé Souza para se referir a essas leituras enviesadas do nossopensamento social – se alastrou por toda a sociedade: das elites industriais, financistas e da mídia aos partidos políticos, da direita à esquerda. Isso fez com que estigmas sobre a suposta corrupção do povo, a miséria criada por culpa própria e a preguiça se somassem, criando uma autoimagem do Brasil como nação sem futuro e da percepção dos brasileiros como seres desprovidos de virtudes.
"O sociólogo Jessé Souza questiona as bases do pensamento nacional." -El País
"A tese central deste livro de Jessé Souza é que tamanha 'violência simbólica' só é possível pelo sequestro da 'inteligência brasileira' para o serviço não da imensa maioria da população, mas sim do 1% mais rico. Isso que possibilita a justificação, por exemplo, de que os problemas brasileiros não vêm da extraordinária concentração de riqueza, mas sim da 'corrupção do Estado', levando a uma falsa oposição entre Estado demonizado e mercado virtuoso." - Fernando Nogueira da Costa
"O cerne da contribuição de Jessé Souza reside na tentativa de mostrar que as sociedades modernas 'centrais' e 'periféricas' não são tão distintas como parecem." - Alexandre de Freitas Barbosa
"Para o entendimento das práticas artísticas e literárias em um país de tão marcante desigualdade (...), as várias originais contribuições de Jessé Souza são capazes de produzir ecos estridentes."- Gabriel Estides Delgado

A classe média no espelho: Sua história, seus sonhos e ilusões, sua realidade
Em sua primeira obra inédita depois do sucesso de A elite do atraso, de 2017, Jessé Souza se dedica a compreender a classe média brasileira. Com o mesmo estilo claro e acessível, mas sem fazer concessões à superficialidade, ele agora apresenta uma visão original e inovadora dessa classe fundamental da sociedade.
Em A classe média no espelho, ele desconstrói os maiores mitos que procuram perpetuar o desconhecimento da classe média sobre si mesma. O primeiro é o de que sua definição é determinada exclusivamente pela renda. Jessé vai além das teorias sociais que se baseiam apenas na esfera do dinheiro e do poder em direção a uma análise mais profunda das ideias e dos valores morais dessa parcela da população.
O segundo mito é a concepção cultural do brasileiro "vira-lata", inferior, emotivo e corrupto por natureza – mentiras que a elite e seus intelectuais inventaram para melhor doutrinar e manipular a classe média.
Jessé reconstrói a história dessa classe no mundo e no Brasil, e reflete sobre a posição que ela assume na relação com a elite e as classes populares no país. Assim, ele mostra como é possível compreender as fontes de seu comportamento prático e as origens de seus princípios.
O livro conta com um imenso e rico material, resultado de centenas de entrevistas realizadas com pessoas das mais variadas frações da classe média entre 2015 e 2018, em diversas cidades brasileiras.
O objetivo é criar um espelho no qual as visões de mundo mais características dessa classe social possam ser vistas de um modo novo e desafiador. Não se pede do leitor qualquer conhecimento prévio, apenas coragem para olhar para si mesmo despido de preconceitos – o verdadeiro pressuposto de qualquer aprendizado real.
Em A classe média no espelho, ele desconstrói os maiores mitos que procuram perpetuar o desconhecimento da classe média sobre si mesma. O primeiro é o de que sua definição é determinada exclusivamente pela renda. Jessé vai além das teorias sociais que se baseiam apenas na esfera do dinheiro e do poder em direção a uma análise mais profunda das ideias e dos valores morais dessa parcela da população.
O segundo mito é a concepção cultural do brasileiro "vira-lata", inferior, emotivo e corrupto por natureza – mentiras que a elite e seus intelectuais inventaram para melhor doutrinar e manipular a classe média.
Jessé reconstrói a história dessa classe no mundo e no Brasil, e reflete sobre a posição que ela assume na relação com a elite e as classes populares no país. Assim, ele mostra como é possível compreender as fontes de seu comportamento prático e as origens de seus princípios.
O livro conta com um imenso e rico material, resultado de centenas de entrevistas realizadas com pessoas das mais variadas frações da classe média entre 2015 e 2018, em diversas cidades brasileiras.
O objetivo é criar um espelho no qual as visões de mundo mais características dessa classe social possam ser vistas de um modo novo e desafiador. Não se pede do leitor qualquer conhecimento prévio, apenas coragem para olhar para si mesmo despido de preconceitos – o verdadeiro pressuposto de qualquer aprendizado real.

A Tolice da Inteligência Brasileira
Com uma abordagem teórica e histórica inédita, A tolice da inteligência brasileira, agora em edição revista e nova capa, oferece ao brasileiro uma interpretação crítica original para entender as reais contradições de nossa sociedade. A obra do sociólogo Jessé Souza, autor do best-seller A elite do atraso, mostra que todos os dias indivíduos e classes sociais inteiras são feitos de tolos para que a reprodução de privilégios injustos seja eternizada. Assim, para enxergar com clareza nosso real lugar no mundo, é fundamental compreender como a nossa elite intelectual submissa à elite do dinheiro construiu uma imagem distorcida do Brasil, ajudando a disfarçar todos os tipos de privilégios – que nos levam a acreditar que nossos problemas advêm da “corrupção apenas do Estado”. Essa convicção provoca uma falsa oposição entre o Estado demonizado, tido como corrupto, e um mercado visto como reino de todas as virtudes.

Patologias da Modernidade: um Diálogo Entre Habermas e Weber
“Este livro é uma versão levemente modificada e atualizada de uma tese de doutorado apresentada na Universidade de Heidelberg em 1991. O tema do diálogo entre Habermas e Weber surgiu-me a partir da possibilidade de tratar duas questões que parecem ter validade universal. Primeiro, a tematização de um conceito de solidariedade pós-tradicional em Jürgen Habermas, no qual vejo sua grande contribuição para a reconstrução da teoria crítica da sociedade. Apesar desse ser um desafio lançado contra toda a teoria social tradicional, o embate com Weber, o mais moderno entre os clássicos, segundo o próprio Habermas, é peculiarmente elucidativo. Sua validade universal, o que equivale dizer que é uma questão que obriga tanto um alemão quanto um chinês ou brasileiro a dialogar com ela, parece-me residir no fato de ser, talvez, a tentativa mais radical de um pensador contemporâneo em revelar os pressupostos éticos da democracia moderna, indo de encontro à tendência hoje dominante de associar a política ao mercado, reduzindo seu aspecto funcional.
A segunda questão constitui-se, para mim, na tematização de um conceito de personalidade moderna, no sentido de adequá-lo às condições da época, o que vale dizer que o dado da aporia, da contradição e do conflito lhe é constitutivo. […]”
Jessé Souza
A segunda questão constitui-se, para mim, na tematização de um conceito de personalidade moderna, no sentido de adequá-lo às condições da época, o que vale dizer que o dado da aporia, da contradição e do conflito lhe é constitutivo. […]”
Jessé Souza

A Radiografia do Golpe. Entenda Como e por que Você Foi Enganado
Conheça as redes de interesses e o que fez do golpe de 2016 uma das manobras políticas mais torpes da história do Brasil. Maio de 2016 ficará marcado na história do Brasil como o momento em que a hegemonia política e ideológica iniciada no primeiro governo Lula se viu sitiada por um aparelho jurídico, policial e midiático sem precedentes. O objetivo, entretanto, não era diferente daquele que deu origem a todos os outros golpes cometidos no passado nacional: atender aos interesses políticos e financeiros da elite do dinheiro. Isso é o que defende o sociólogo Jessé Souza em A radiografia do golpe. Por meio de um exame crítico, ele descreve a trama do golpe e analisa os caminhos tortuosos que trouxeram o país a um cenário de turbulência política e econômica, deixando claros os mecanismos que permitiram às elites manipular a população em benefício próprio.
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