top of page
  • Instagram
  • Facebook - Página
  • Youtube - Edison Evaristo
  • Twitter
  • Linkedin
  • TikTok
  • Whatsapp
  • Telegram
Lei

Assistência Técnica Psicológica Judicial

A assistência técnica psicológica judicial é oferecida como apoio especializado aos operadores do Direito em processos que envolvem questões subjetivas, relacionais e psicossociais relevantes para a tomada de decisão judicial. A atuação se fundamenta no rigor técnico da Psicologia, no compromisso ético e na compreensão das demandas específicas do contexto jurídico.

Os serviços incluem a avaliação psicológica, realizada de forma criteriosa e fundamentada, respeitando as normas técnicas e éticas da profissão, com o objetivo de esclarecer aspectos emocionais, comportamentais e relacionais pertinentes ao processo, sempre dentro dos limites da atuação do assistente técnico.

Também é oferecido suporte psicossocial às partes envolvidas no processo, compreendido como acompanhamento técnico voltado à escuta qualificada, à orientação psicológica e à mediação de compreensões, auxiliando na redução de conflitos, na elaboração emocional das situações vividas e na sustentação subjetiva diante das exigências do processo judicial, sem confundir-se com psicoterapia ou intervenção clínica tradicional.

No campo técnico-jurídico, a atuação abrange a análise, formulação e organização de quesitos psicológicos, contribuindo para que as questões apresentadas ao perito sejam claras, pertinentes e tecnicamente fundamentadas, bem como a análise crítica de laudos, pareceres e relatórios psicológicos, identificando coerências, limites, fragilidades metodológicas e adequação às normativas profissionais.

A assistência técnica psicológica também oferece suporte técnico à decisão judicial, auxiliando advogados, defensores, promotores e magistrados na compreensão dos elementos psicológicos presentes no processo, traduzindo conceitos técnicos da Psicologia para uma linguagem acessível ao campo jurídico, sem perder a precisão conceitual necessária.

Trata-se de uma atuação comprometida com a ética, a responsabilidade técnica e o respeito às partes envolvidas, compreendendo que a interface entre Psicologia e Direito exige cuidado, precisão e seriedade, especialmente quando estão em jogo direitos, vínculos e decisões que impactam diretamente a vida dos sujeitos.

bottom of page